Clínica Ceure • 3 de fevereiro de 2026

CPRE para pedra na via biliar em Belo Horizonte: Quando o médico indica e como funciona?

CPRE para pedra na via biliar em Belo Horizonte

A CPRE para pedra na via biliar em Belo Horizonte é indicada quando há suspeita ou confirmação de cálculo obstruindo o canal biliar, causando dor, icterícia ou infecção; o exame é um procedimento endoscópico que pode diagnosticar e tratar no mesmo ato.

A CPRE (Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica) é um procedimento que muita gente chama de “exame”, mas que na prática é exame e tratamento ao mesmo tempo. Ela é indicada principalmente quando existe pedra na via biliar (coledocolitíase) ou algum bloqueio que impede a bile de escoar normalmente do fígado para o intestino.


O motivo da indicação costuma ser bem objetivo: sinais de obstrução biliar, como pele e olhos amarelados (icterícia), urina escura, fezes claras, coceira intensa, dor forte do lado direito do abdômen, náuseas e alterações em exames de sangue (enzimas do fígado e bilirrubinas). Em alguns casos, a pessoa já fez ultrassom, tomografia ou ressonância e veio com a suspeita de cálculo no colédoco.


Além de aliviar sintomas, a CPRE pode prevenir complicações importantes. Uma pedra presa na via biliar pode evoluir para colangite (infecção grave das vias biliares) ou contribuir para pancreatite em certos cenários. Por isso, quando há indicação, a CPRE costuma ser feita com prioridade e planejamento.


Em Belo Horizonte, o caminho mais seguro é começar com avaliação médica estruturada para confirmar necessidade, riscos e preparo. A Clínica Ceure pode te orientar nessa etapa, ajudando a organizar a investigação e o encaminhamento para CPRE quando ela for realmente indicada.

Quando o médico indica CPRE para pedra na via biliar?

A CPRE é indicada quando existe alta suspeita ou confirmação de que há um cálculo na via biliar obstruindo o fluxo da bile. Isso pode acontecer após crises de dor tipo cólica biliar, especialmente em pessoas com histórico de pedra na vesícula, ou quando exames sugerem dilatação das vias biliares.


Um cenário comum é a combinação de dor abdominal + icterícia ou alterações laboratoriais (bilirrubina elevada e enzimas canaliculares alteradas). Nesses casos, a CPRE entra como procedimento terapêutico para retirar a pedra e desobstruir a via.


Outro motivo de indicação é quando exames como colangiorressonância (MRCP) ou ecoendoscopia sugerem cálculo no colédoco. A CPRE é escolhida porque, além de confirmar o achado, ela pode fazer a remoção da pedra, colocar prótese (stent) se necessário e resolver o bloqueio.


Importante: CPRE não é “exame de rastreio”. Ela é reservada para quando há indicação clínica, porque envolve sedação/anestesia e riscos específicos. Quando a suspeita é baixa, geralmente o médico prefere exames de imagem primeiro.

Como a CPRE funciona na prática para pedra na via biliar?

A CPRE é feita por endoscopia: um aparelho flexível passa pela boca até o duodeno, onde fica a saída do canal biliar. O médico identifica a papila e, por meio dela, acessa a via biliar para injetar contraste e visualizar o trajeto, confirmando o local da obstrução.


Quando há pedra, a CPRE pode realizar manobras terapêuticas, como esfincterotomia (pequeno corte para ampliar a saída), uso de balões ou cestas para retirar o cálculo e, em alguns casos, colocação de stent biliar para manter a drenagem.


Por isso, muita gente volta melhor no mesmo dia ou no dia seguinte, quando a obstrução é resolvida. Porém, o objetivo é sempre fazer o procedimento com critério: avaliar risco anestésico, risco de pancreatite pós-CPRE e escolher a técnica adequada.


A sedação costuma ser feita com anestesista em ambiente preparado. Após o procedimento, o paciente fica em observação e recebe orientações sobre alimentação, medicações e sinais de alerta.

Quais sintomas podem indicar pedra na via biliar?

A pedra na via biliar pode causar sintomas diferentes de uma crise comum da vesícula. Em muitos casos, a dor é no lado direito superior do abdômen ou “na boca do estômago”, pode irradiar para as costas e vem com náuseas.


Quando a pedra obstrui o colédoco, surgem sinais mais específicos de obstrução: icterícia, coceira no corpo, urina escura e fezes claras. Esses sinais não devem ser ignorados, porque indicam alteração importante do fluxo biliar.


Se além disso houver febre, calafrios e piora do estado geral, pode ser colangite, que é urgência médica. Nessa situação, a CPRE pode ser indicada rapidamente para drenagem, junto com antibióticos e suporte hospitalar.


Mesmo sem febre, se os sintomas estão progressivos ou exames de sangue alteraram, a avaliação precisa ser feita logo. A conduta precoce evita complicações e internações prolongadas.

Sinais de alerta

  • Febre com icterícia e dor abdominal;
  • Calafrios, confusão, pressão baixa, prostração;
  • Icterícia que piora em horas/dias;
  • Vômitos persistentes e dor intensa;
  • Alterações laboratoriais importantes com piora clínica.

Conclusão

A indicação da CPRE para pedra na via biliar em Belo Horizonte ocorre quando há sinais de obstrução biliar ou confirmação de cálculo no colédoco, porque além de diagnosticar, ela pode tratar e desobstruir a via no mesmo procedimento. Se você teve icterícia, urina escura, fezes claras, dor forte e exames alterados, a avaliação deve ser feita com prioridade.


Para entender se a CPRE é mesmo o próximo passo no seu caso, você pode iniciar a avaliação pela Clínica Ceure em Belo Horizonte. CTA: Entre em contato com a Clínica Ceure para agendar sua consulta, revisar seus exames e receber orientação segura sobre indicação e encaminhamento para CPRE quando necessário.

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